Fonte: TSE Em julho de 2022, publiquei no JOTA artio com o título "Sobre urnas eletrônicas e democracias sentimentais"[1]. Contei ali o que vivi em outubro de 2018, quando, lotado no gabinete do vice-procurador-geral eleitoral, recebi a tarefa de apurar, estado por estado, os relatos de fraude que se espalhavam pelas redes no dia do primeiro turno. Nenhum deles se confirmou. Alguns eram montagens; outros, erros de quem digitou o número errado e preferiu acreditar que a máquin